Página 13 publica a versão final do documento  “SÓ A LUTA IMPEDIRÁ A CATÁSTROFE”, com mais de 800 signatários.

O texto a seguir é uma declaração pública de militantes de esquerda, petistas ou não, comprometidos com a luta em defesa da vida, da democracia e da soberania nacional. É, também, um chamamento à ação contra o fascismo e o ultraliberalismo do governo Bolsonaro-Mourão, cujo afastamento é urgente para livrar o Brasil das crises – sanitária, econômica, social, política, ambiental, cultural – que sacrificam nosso povo. Para reacender a esperança de que é possível um novo mundo sem exploração, opressão e preconceitos, sua assinatura e participação são decisivas. 

 1.O Brasil vive uma crise sem precedentes na história. Esta crise – sanitária, social, econômica, política, ambiental, cultural – está entrelaçada a uma crise mundial. O País está, portanto, envolto em uma crise sistêmica mundial do capitalismo, frente à qual o Partido dos Trabalhadores, como partido socialista e de esquerda, deve apresentar uma alternativa também sistêmica.

2.A situação mundial de crise e instabilidade precede a pandemia, mas foi aprofundada por ela. Trata-se de uma crise do capitalismo, advinda de contradições estruturais, agravadas pelas sequelas da crise de 2008, pela queda no comércio e do PIB mundial, que deve despencar até cerca de 5% na Europa, arrastando milhões ao desemprego e condenando mais de 60 milhões à miséria e à fome.

3.Diante da crise, para tentar manter e ampliar seus lucros, os capitalistas atacam violentamente os direitos e conquistas das classes trabalhadoras. Com a mesma intensidade, os países imperialistas promovem toda sorte de agressões contra os povos de todo o mundo, sobretudo na América Latina: golpes, sabotagens, bloqueios criminosos, desestabilizações políticas e ameaças de intervenções militares, externas e internas, contra governos não alinhados.

4.Nesse contexto, há um acirramento da competição econômica, política e militar entre potências, com destaque para a disputa geopolítica entre Estados Unidos e República Popular da China. Eclodem conflitos militares, que vêm reacendendo a corrida armamentista, e sucedem-se provocações localizadas típicas da “guerra fria”, que podem escalar devido aos interesses dos Estados Unidos.

5.Ondas migratórias despertam manifestações represadas de xenofobia, racismo e fundamentalismo religioso em diversas partes do mundo, levando governos de diferentes países a culparem migrantes pelo desemprego crescente, sobretudo entre os jovens.

6.Não menos grave, associada a estes fenômenos, é a catastrófica crise sócio-ambiental, cujas proporções crescem geometricamente em função da dinâmica destrutiva do capital e da maioria das grandes potências. A crise envolve desde o aquecimento global, o esgotamento de matrizes energéticas não-renováveis, as perdas de biodiversidade, até guerras por água, terras e minérios. Alastra-se impunemente – e o Brasil é um triste exemplo – o uso indiscriminado de transgênicos, defensivos químicos e venenos, além dos efeitos cumulativos da industrialização e urbanização desordenadas, que favorecem o surgimento e propagação de pragas, bem como de doenças virais respiratórias, a exemplo da Covid-19.

7.Vista de conjunto, embora distinta, é uma crise tão devastadora quanto aquela que assolou mundo entre 1914 e 1945. Se, naquela época, o “dia seguinte” foi um mundo com mais bem-estar, com ampla descolonização e relativa democratização, isso só ocorreu porque ao final de muita luta prevaleceram os setores socialistas e democráticos. Já o desfecho imediato das crises de 1929, de 1970 e de 2008 foi outro. Daí ser um equívoco imaginar, guiados por uma visão idílica, que no pós-pandemia “nada será como antes”, ou que na esteira da crise atual surgirá necessariamente um mundo melhor.

8.Até porque a presente crise mundial teve e segue tendo impactos profundos sobre a classe trabalhadora mundial que, com raras exceções, acumula perdas há décadas. Estas decorrem de mudanças no capitalismo mundial tais como a mundialização da produção; a concentração do capital; a precarização e terceirização; o desemprego em massa. As perdas sofridas pela classe trabalhadora afetaram negativamente as condições de vida e trabalho de centenas de milhões de pessoas, sendo acompanhadas de uma ofensiva ideológica reacionária e da restrição das liberdades democráticas, com destaque para a desorganização e enfraquecimento relativo do sindicalismo.

9.O ataque é cerrado, mas há resistência das classes trabalhadoras que não renunciam a seus direitos, sua dignidade e suas vidas; e dos povos que defendem suas riquezas, sua independência e soberania, contra um processo que destrói suas perspectivas de desenvolvimento, suas políticas públicas de industrialização e capacitação científico-tecnológica, condenando-os a um lugar totalmente subordinado na divisão internacional do trabalho.

10.Por isso, para construir um novo futuro para a humanidade é fundamental reviver a esperança e conquistar vitórias nas lutas travadas neste momento. Sem o otimismo da vontade, da ação e da luta de classes, o “novo normal” pode acirrar as piores características do “normal de ontem”. Ou seja, com mais desigualdade, mais exploração, mais Estado de exceção, mais neoliberalismo, mais guerras.

11.É fato que vivemos num mundo de problemas globais, para os quais o capitalismo não tem solução, sendo na mais das vezes a causa. Mas, para derrotar o capitalismo, será forçoso um duro confronto entre classes e entre Estados, em escala nacional, regional e mundial. Mesmo moribundo, o capitalismo não morrerá de morte natural, incruenta, indolor. Inclusive por isso, frente à crise sistêmica do capitalismo é que o Partido dos Trabalhadores, desde o seu nascimento, defende uma alternativa ao sistema capitalista: o socialismo.

12.A construção de uma saída democrática, popular e socialista para os problemas do Brasil está vinculada ao curso que siga a crise mundial do capitalismo. E se liga à constituição de uma nova ordem mundial, profundamente distinta da que existe atualmente. Para tanto, será determinante a ação das classes trabalhadoras e do povo brasileiro, da esquerda política e social. Por isso, para liquidar e enterrar o “capitalismo moribundo”, é essencial uma orientação política adequada, organização firme, democracia interna, disciplina, unidade de ação e fôlego para lutar até vencer.

13.O Partido dos Trabalhadores deu um passo importante ao assumir a defesa do “Fora Bolsonaro”. Afinal, o presidente da República é uma ameaça permanente contra a vida da democracia e contra vida do povo brasileiro. Por isso mesmo o PT, em conjunto com outros partidos e algumas centenas de entidades e movimentos, protocolou um pedido de impeachment na Câmara dos Deputados, para que, ao final do processo previsto no artigo 86 da Constituição Federal, Jair Bolsonaro possa ser afastado e condenado à perda do mandato. Com o mesmo objetivo, o PT e outros partidos ajuizaram queixas-crime junto ao Supremo Tribunal Federal, a fim de destituír Bolsonaro do cargo.  E reafirmamos a impugnação processada, ainda em 2018, contra a eleição manipulada e ilegítima da chapa Bolsonaro-Mourão.

14.Vale lembrar que os crimes, comuns e de responsabilidade, cometidos pelo presidente, são do conhecimento, têm o respaldo e a cumplicidade do vice-presidente da República, bem como de todos os integrantes de seu governo. Portanto, para eliminar as causas da crise que se abate sobre a Nação e o povo brasileiros, é fundamental afastar Bolsonaro e Mourão, seu governo e suas políticas, convocando o povo para eleger, através do voto universal, direto e secreto, quem ocupará a Presidência da República, em eleições nas quais o companheiro Lula, com suas condenações injustas anuladas e seus direitos políticos restituídos, possa, querendo, participar.

15.É em torno dessa luta política central, mas também em torno das lutas em defesa da vida,  dos direitos sociais, das liberdades democráticas e da soberania nacional, dos trabalhadores do campo e da cidade, das mulheres, negros e negras, da juventude e dos povos indígenas, que se constituirá a Frente – de esquerda, democrática e popular – capaz de retomar o fio das mudanças estruturais indispensáveis para salvar o presente e o futuro do Brasil.

16.Não se trata de uma tarefa fácil. Entre outros motivos, porque corremos contra o tempo. Insensível e debochado diante das milhares de mortes provocadas pela sua política genocida, Bolsonaro promove o caos econômico e social, a destruição das liberdades, o afrontamento aos poderes Legislativo e Judiciário e a militarização do país.

  1. O presidente, o vice e grande parte dos ministros são militares, inclusive os que têm seus gabinetes e despacham cotidianamente no Palácio do Planalto, assim como um ministério-chave em tempos de pandemia: o da Saúde. Nos demais escalões do governo, há cerca de 2 mil militares. Ao mesmo tempo, é notório o vínculo entre o clã Bolsonaro, as milícias tradicionais e as milícias digitais. O para-militarismo vem sendo estimulado publicamente. A faceta bélica do governo se orienta contra os povos indígenas, os trabalhadores do campo, os negros, as mulheres, os homossexuais e contra a esquerda em geral. Frente a um governo com este comportamento violento, autoritário, ditatorial, de tendência neofascista não há contemporização possível: cabe apenas o enfrentamento firme e resoluto.

18.Se não forem detidos, Bolsonaro, Mourão, seu governo e suas políticas prosseguirão na ofensiva contra a democracia,  a sociedade, a economia nacional – sobretudo as pequenas empresas e os trabalhadores – e ameaçando a sobrevivência da população. Este mesmo povo, que chora as mortes de milhares de parentes e amigos, ceifados pelo coronavirus, enquanto assiste  avultarem os milhões já desempregados e o retorno da legião de famintos e desassistidos.

19.Antes da pandemia, o Brasil já sofria os efeitos da ofensiva golpista, com destaque para a Emenda Constitucional 95 (que congelou os gastos do Orçamento); a reforma trabalhista; a reforma da Previdência Social e desmonte do INSS; a extinção do Ministério do Trabalho e da Cultura;  o sucateamento do Sistema Único de Saúde (SUS). A sucessão de ataques desfechada pelo próprio governo atingiu a Funai, o Ibama, as universidades públicas e instituições públicas de pesquisa (INPE, Fiocruz e outras).

20.Mas não ocorreu só este desmonte, houve ampliação do desemprego, redução do salário e da renda das classes trabalhadoras, desmantelamento das redes legais de proteção social — e uma brutal investida do capital predatório (latifúndio, madeireiras, mineradoras) contra as lideranças sociais, sobretudo assassinatos em série de indígenas e camponeses das regiões remotas e de fronteira agrícola. Os povos originários, indígenas e quilombolas têm sido intensamente atingidos pelos efeitos da crise ambiental e também pela ofensiva do capital neofascista ultraliberal. No campo, o avanço do modelo de latifúndio mecanizado exportador do agronegócio segue sufocando sistematicamente a produção da agricultura familiar.

21.A implementação do plano golpista e ultraliberal não produziu uma retomada da atividade econômica como fora prometido. Ao contrário, assistimos a uma deterioração crescente de todos os indicadores, exceto os lucros do setor financeiro e bancário.

22.Os desdobramentos da pandemia agravaram tudo o que já vinha sucedendo antes no país: desemprego (com taxas crescentes para a juventude, negros e negras, mulheres); piora nas condições de trabalho (exposição a agentes biológicos sem medidas de proteção, jornadas exaustivas, principalmente para as mulheres, que acumulam de forma desigual as tarefas domésticas e do cuidado); corte de salários; deterioração da situação social (afetando, de maneira particular, indígenas e quilombolas); miséria; redução das políticas públicas e sociais; depressão da atividade econômica; ampliação da violência doméstica contra mulheres e crianças, e até mesmo (como em São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo) escalada dos assassinatos cometidos pela Polícia Militar, tendo como alvo principal jovens e negros da periferia. Se não bastasse, a dramática situação de saúde pública, acirrou a crise social, que vitima principalmente os setores populares, a população negra e as mulheres; e atinge com maior violência proporcional algumas regiões como é o caso do Norte do País.

23.Por incrível que pareça, há método nesta aparente loucura. Como deixou claro o ministro Paulo Guedes – secundado, entre outros e não por acaso, pelo ministro do Meio Ambiente – a ideia é aproveitar a pandemia (que concentra a atenção de quem defende a vida em primeiro lugar) para manter e, de preferência, acelerar as privatizações, a desregulamentação generalizada, a desnacionalização, a subtração de direitos, a concentração de renda, redução dos investimentos públicos e sociais, a ofensiva contra o meio-ambiente, a regressão da economia nacional à condição da produção primário-exportadora. Ao passo que, em outros países, a própria classe dominante planeja a saída da crise mesmo que temporariamente, por uma ampliação do papel do Estado, no Brasil o governo Bolsonaro pretende que a “retomada” se dê entregando o país na bacia das almas e oferecendo, para uma população exposta ao desemprego em massa e à pobreza extrema, salários de fome e regimes de trabalho semiescravos.

24.É importante frisar: diante da crise mundial e geopolítica, a opção de Bolsonaro/Guedes é subordinação completa do Brasil, relegando o País a mero fornecedor de matéria-prima na divisão internacional do trabalho e de peão geopolítico dos Estados Unidos. Nesse contexto, o Estado brasileiro deve se comportar, essencialmente, como um poder repressivo. De tal sorte que as classes trabalhadoras são encaradas, em grande medida, como obsoletas e descartáveis. Por isso, são condenadas ao desemprego estrutural, à informalidade, ao encarceramento em massa ou até mesmo à morte, motivo pelo qual a mortandade causada pela pandemia é funcional ao projeto do governo Bolsonaro.

25.Esse é o projeto ultraliberal que está na base da articulação golpista que tirou o PT do governo em 2016, condenou e prendeu Lula em 2018 e apoiou a eleição de Bolsonaro. Eis por que, a despeito do incômodo em relação a seu estilo, o governo Bolsonaro segue tendo apoio do grande empresariado, especialmente do setor financeiro e do agronegócio – desde que continue fiel à pauta e os interesses destes grupos. Também pela mesma razão, setores do oligopólio da mídia que criticam o presidente calam-se diante dos descalabros da sua política econômica. Além disso, o governo conta com respaldo nas Forças Armadas, polícias militares, milícias e, por último, mas não menos importante, goza do apoio em setores e em cúpulas de igrejas conservadoras, de grande influência popular.

26.Entretanto, apesar de unificada em torno do programa neoliberal, a classe dominante e a coalizão golpista exibem diversas fissuras políticas. A extrema-direita é favorável a concentrar poderes no “poder executivo” federal, inclusive para poder tratar com mais facilidade a questão social como caso de polícia. Outros setores do golpismo buscam preservar seus espaços de poder, nos Executivos municipais e estaduais, no Legislativo, no Judiciário, e também nos meios de comunicação.

27.O conflito no interior do golpismo pode ter três desenlaces: um acordo, a vitória do clã de Bolsonaro ou sua derrota. O cenário mais provável segue sendo o acordo por cima, baseado na unidade em torno do programa neoliberal e na tutela militar.  Por isso, aliás, a derrota do clã, se efetivada por setores da direita — mediante golpe explícito, a tutela militar, o afastamento temporário para julgamento por crime, ou um impeachment com a substituição pelo vice — não deve causar mudança na política ultraliberal. Inclusive, a depender de como ocorra, a derrota do clã pode ser acompanhada de medidas ainda mais restritivas às liberdades democráticas. Por outro lado, tanto o cenário de acordo quanto o de vitória do clã supõem um aprofundamento da tutela militar, com elementos cada vez mais autoritários. Nos três cenários, pesam imensas ameaças contra a esquerda e o Partido dos Trabalhadores.

28.A chamada Operação Lava Jato – na qual teve papel central o ex-ministro e ex-juiz Sérgio Morto — é a principal, mas não a única expressão do esforço de destruir ou pelo menos debilitar de maneira profunda o Partido dos Trabalhadores. Tal esforço abrange as mais variadas operações da classe dominante, no plano judiciário, legislativo, executivo, midiático, paramilitar e internacional. Apesar de o alvo principal ser o PT, o objetivo é destruir as condições de atuação independente do conjunto da esquerda e das classes trabalhadoras.

29.Por todos estes motivos, torna-se decisivo que o PT contribua – com firmeza, habilidade e sem arrogância – para coesionar o campo democrático e popular em uma frente de esquerda, que apresente uma saída de conjunto para a situação, uma alternativa política que crie as melhores condições não apenas para a aplicação de um plano de emergência em defesa da vida, do emprego e da renda, mas também um programa de reformas estruturais e de defesa do meio-ambiente. Um programa de natureza democrática,  antiimperialista, antimonopolista, antilatifundiária, antipatriarcal e antirracista, que aponte  ao País um novo rumo político, econômico e social; um programa de desenvolvimento e democratização cujo paradigma não seria o retorno à Nova República, mas uma nova ordem constitucional. Um programa que tenha como um de seus eixos a integração regional latino-americana e caribenha, convertendo nossa região em um dos polos, inclusive industrial e tecnológico, de uma nova ordem mundial.

30.A construção de uma frente popular de esquerda, a julgar pela experiência histórica, é um processo que será tecido por muitas mãos e passará por muitas etapas. Até porque vivemos, hoje, um momento de defensiva estratégica, onde têm destaque bandeiras defensivas, de resistência das classes trabalhadoras e de outros setores do povo brasileiro, por exemplo: defesa da vida e da saúde pública; defesa da democracia, dos direitos civis; do ensino público e da universidade democrática; contra a reforma da Previdência; pela anulação da condenação injusta do presidente Lula e pela restituição de seus direitos políticos. Um momento em que a luta política contra o ultraliberalismo e contra o neofascismo ainda se trava, em grande medida, nas instituições e nas eleições.

É um momento em que a classe trabalhadora vai reaprendendo como se organizar e lutar, nas difíceis condições da pandemia, que acentuaram problemas anteriores, inclusive as divisões no meio da própria esquerda.

31.No contexto da pandemia, ganha lugar central a defesa da vida. Para o ultraliberalismo, grandes parcelas do povo brasileiro simplesmente não importam. Daí porque defender a vida é, em si, uma bandeira fundamental da luta política. É preciso radicalizar na defesa do lockdown imediato; da fila única para leitos dos hospitais públicos e privados; da estatização de serviços privados de saúde; do financiamento do SUS; e da continuidade da política de transferência de renda. Mais que nunca, urge sermos radicais também nas propostas para a retomada da economia em novas bases, o que exigirá golpear pesadamente o capital financeiro, rentista, especulador.

  1. É nas trincheiras dessas batalhas que vai se gerando, por baixo e por cima, a unidade popular. Caso consigamos impulsionar um ciclo permanente e ampliado de mobilizações, que coloque em movimento milhões de brasileiros e brasileiras, poderemos passar da resistência à ofensiva, ampliando as divisões do bloco conservador e abrindo caminho para alternativas mais avançadas.

33.A base política de uma frente popular deve ser a unidade de toda a esquerda brasileira, em aliança com setores democráticos da sociedade e, também, com setores de partidos da centro-esquerda como PSB e PDT. É fundamental, nesse sentido, criar uma dinâmica de convergência com os movimentos sociais, lideranças culturais, intelectuais e religiosas da resistência.

34.O papel do Partido dos Trabalhadores é indispensável nesse processo de criação de uma frente popular, de esquerda, ampla porque radical. O protagonismo do PT é determinado pela sua inserção social, pelo fato de contar com a maior bancada no Congresso e por ter conquistado governos estaduais com grande apoio popular que devem estar integrados ao mesmo projeto nacional. Porém, o fundamental é a linha política e a capacidade do PT em demonstrar para a maioria do povo, que sua vida só vai melhorar se derrotarmos o neofascismo e o ultraliberalismo. O que só se efetivará através de uma ampla frente popular de esquerda.

  1. Ao longo dessa caminhada, não podemos, em nenhum momento, sucumbir aos apelos de nos tornarmos força auxiliar de eventuais soluções funcionais aos defensores da agenda ultraliberal, que estejam em busca de um ambiente político menos arriscado para implementar seu programa. É ilusão associar-se a qualquer frente que não deixe claro seus compromissos com as condições de vida da maioria do povo brasileiro, com a reconstrução de nossa soberania nacional, com a defesa de liberdades democráticas reais, com a derrota da extrema-direita e do fascismo. Como já dissemos, a experiência histórica e internacional tem demonstrado que a única maneira de deter a ascensão do fascismo é pela esquerda. Na conjuntura que vivemos, para ser amplo, é preciso ser radical.

36.Acordos, movimentos e ações pontuais podem ser realizados com frações burguesas que colidam com o bolsonarismo e defendam, mesmo que parcialmente, as liberdades democráticas.  Sem, contudo, alimentar a ilusão de formar uma coalizão orgânica, permanente e estável que incorra em concessões programáticas de qualquer tipo.

37.Tampouco podemos atuar como se estivéssemos em uma situação normal, fazendo cálculos e centralizando nossa intervenção exclusivamente com vistas às eleições de 2020 e 2022. Nossa perspectiva tática deve ser a campanha “Nem Bolsonaro nem Mourão! Diretas Já!”. Devemos repelir como ilegitima e antidemocrática qualquer saída que não passe pelo voto popular. E, como já foi dito, eleições realmente livres são eleições de que Lula possa participar.

38.É essencial frisar que a democracia que defendemos só pode ser uma democracia sem a tutela dos setores populares e da classe trabalhadora. Isto é, uma democracia sem vetos ao PT, nem a Lula, pois isto significaria aceitar o veto à auto-organização partidária de ampla parcela dos setores populares do País. Frentes amplas que não que não proponham o afastamento de Bolsonaro, que não defendam o impeachment, que não defendam a soberania popular como a premissa básica da democracia, que não defendam novas eleições, que compactuem com a tutela militar — frentes com tais características não nos interessam. Ao contrário, elas nos enfraquecem, porque, além de confundirem nossas bases populares, nosso limite será o de atuar segundo regras pré-definidas pelos setores dominantes do País.

39.A retomada dos vínculos e do apoio dos setores populares e da maioria das classe trabalhadoras — em particular dos setores submetidos à terceirização, à uberização e à informalidade, das maiorias exploradas, abandonadas e oprimidas — passa necessariamente por esse caminho da polarização programática. Sem o que persistirão o desânimo, a desorientação e a fragmentação em amplos setores.

40.Mas é fundamental reconhecer que não basta uma orientação política geral. É preciso um trabalho de organização e mobilização que passe pela compreensão, pela solidariedade e pela luta por melhorar imediatamente as condições concretas de vida das classes trabalhadoras. Nesse terreno das condições concretas, cumprem um papel essencial as dimensões de raça e gênero. Elas têm um peso estruturante, na medida em que condicionam a experiência social dos trabalhadores e trabalhadoras. O caráter genocida do governo Bolsonaro, do neofascismo e do ultraliberalismo recai com mais força sobre a população negra e as mulheres. Não por acaso, o assassinato de Marielle Franco tornou-se um símbolo. Igualmente importante é atentar para as dimensões regional e geracional, que não por acaso têm operado como variáveis destacadas da luta de classes no país pelo menos desde 2010.

41.Se tivermos êxito nas tarefas a que nos propomos, se forjarmos uma frente popular com estes atributos, abriremos caminho não apenas para retornar  ao governo federal, mas também para travar a disputa pelo poder, no bojo da luta pela aplicação efetiva das reformas estruturais acima mencionadas, que inevitavelmente suscitarão resistências. O rechaço às transformações imporá um enfrentamento que combine ação institucional com luta social, e amplas mobilizações das classes trabalhadoras, bem como de outras camadas sociais.

42.Com a linha correta, ainda que não haja sucesso imediato, as batalhas travadas possibilitarão a retomada futura. No entanto, sem uma orientação política adequada, se renunciarmos a ser uma força independente e portadora de uma alternativa de conjunto, o PT e toda a esquerda podem se converter em linha auxiliar de setores da classe dominante e do golpismo. Nessa hipótese, a derrota, além de arrastar o PT, comprometerá a rica experiência de autoorganização dos setores populares que ele representa.

43.O que está em jogo é o destino do Brasil, mas também o significado estratégico do Partido dos Trabalhadores. Desde 1989 até 2016, o PT polarizou a luta política no Brasil. Desde 2005, e particularmente a partir de 2016, a classe dominante se esforça para destruir o PT ou, pelo menos, impedir que protagonize a disputa de rumos na sociedade brasileira.

44.Há divergências, dentro do PT e dentro da esquerda brasileira, acerca das políticas adotadas neste período passado, mas nossa preocupação aqui não é com o balanço do passado, mas sim com a formulação de uma política para o presente e para o futuro, em que não caibam a conciliação de classes, a crença ingênua na conduta “republicana” e democrática das elites, a exclusividade ou principalidade das vias institucionais e eleitorais. Mais que nunca, é papel do PT imprimir prioridade à luta social; à organização de base; à formação de quadros; à comunicação social independente; à autossustentação financeira militante; a construção de uma cultura de massas democrática, popular e socialista.

45.Para isso, precisamos de uma linha política que combine uma estratégia e uma tática adequadas para o período histórico atual e que não alimentem ilusões na conciliação com frações das classes dominantes. Podemos e devemos fazer alianças pontuais, toda vez que isso for útil na defesa das liberdades, dos direitos e da soberania. Contudo, é bom ter em conta que a burguesia brasileira tem unidade em seu programa e em seus objetivos estratégicos, que incluem interditar ou mesmo destruir a esquerda. Nenhuma fração das classes dominantes tem disposição em compor uma frente conosco: no máximo, querem nos usar como uma linha auxiliar em suas disputas internas. Diante disso, seria um grave equívoco abdicarmos de nossa identidade política para nos associarmos com forças cujo horizonte máximo é a defesa do oligopólio da mídia e  de instituições que, à exceção de uma minoria de seus integrantes, foram artífices e executoras do golpe de 2016, que culminou com a deposição da presidenta Dilma, com a condenação e prisão de Lula, abrindo caminho para a vitória do bolsonarismo.

46.A independência política deve se materializar também no terreno organizativo: é preciso impedir a anulação das instâncias dirigentes do PT, convertidas algumas vezes em cartórios homologadores de decisões tomadas em outros espaços; que convertem o PT num “partido de retaguarda”; e que nos desvinculam progressivamente dos setores mais jovens, mais oprimidos e explorados das classes trabalhadoras. A esse respeito, nossa tarefa central, política e organizativamente, segue sendo recuperar maioria nas classes trabalhadoras, no conjunto da população explorada, abandonada e oprimida.

47.Inclusive por isso, o PT deve lutar com todas as suas energias para defender a vida, o emprego e a renda da população. Isso inclui propor soluções concretas e imediatas à crise sanitária, na linha das medidas defendidas pelo Partido, por nossas bancadas parlamentares e implementadas por nossos governos estaduais e municipais. Abarca, também, impedir demissões, redução de salários, cortes nas políticas públicas e, ademais, garantir renda e moradia emergencial para os que estão em situação vulnerável, inclusive a população em situação de rua.  Isso requer, ainda, a solidariedade de classe, através de redes de ajuda mútua e acolhimento que fortaleçam a coesão comunitária para resistência e sobrevivência em momentos de crises e dificuldades. Não uma concepção paternalista da ação caridosa, mas solidariedade de classe, politizada, que saiba demonstrar, para o povo, que as soluções verdadeiras dependem de uma alternativa política. Supõe incorporar em nossa política todos os elementos constitutivos da classe trabalhadora, tais como as questões regionais, de gênero, geracionais e étnicas. Por fim, exige associar a defesa da democracia, da vida, do emprego e da renda da população com a luta pelo fora Bolsonaro, Mourão, seu governo e suas políticas.

48.No Brasil, a única maneira de deter e superar a catástrofe em curso é através do protagonismo da esquerda brasileira, de seus partidos, organizações e movimentos, onde se destacam, entre muitos, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, a Central Única dos Trabalhadores, o Movimento Sem Terra e a União Nacional dos Estudantes. Este protagonismo depende, em boa medida, do que faça ou deixe de fazer o Partido dos Trabalhadores. Se o PT não estiver à altura dessa missão histórica, viveremos uma dupla catástrofe: a catástrofe nacional e a catástrofe do próprio PT.

49.É neste quadro que, ao invés de uma atitude de defesa passiva ou baluartista, afirmamos a necessidade de o PT formular uma nova estratégia, adotar de maneira consequente uma tática de confronto total com a agenda ultraliberal e o governo Bolsonaro. É assim convictos que trabalhamos e batalhamos em todos os terrenos, inclusive nas eleições de 2020, que a direita quer adiar, e nas eleições presidenciais, que defendemos antecipar. Com muita nitidez, somos favoráveis a um programa simultaneamente emergencial e estrutural, um programa de reconstrução nacional em novas bases, que imponha derrotas ao agronegócio, aos monopólios privados, ao capital financeiro e ao imperialismo.

50.É nessa perspectiva, inclusive, que o PT decidiu, no 6º. Congresso, empunhar como uma de nossas bandeiras “a luta pela convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte livre, democrática e soberana, destinada a reorganizar estruturalmente o Estado brasileiro e aprovar reformas que remodelem suas bases socio-econômicas e institucionais dilaceradas pelo governo usurpador. A democratização das instituições brasileiras é preâmbulo indispensável  para as demais reformas estruturais”.

51.Orientados por tais diretrizes, seguimos lutando para ampliar a influência do PT nas classes trabalhadoras, para o que se faz necessário revolucionar nossa cultura de atuação e organização partidária, confrontando abertamente com os diferentes projetos de mundo de outras classes sociais. Urge, para tanto, empenho prioritário na organização partidária, na formação ideológica e política da militância, a fim de que possa, vinculada às lutas das classes trabalhadoras, impulsionar sua ação consciente e independente. Coerente com este pensamento, é vital modificar completamente os métodos de direção do PT, para priorizar uma ligação profunda à vida, às lutas e à organização das grandes camadas populares da sociedade brasileira. E atuar, também, para a integração do Brasil na América Latina e Caribe, bandeira que vem sendo levantada pelo Foro de São Paulo desde 1990.

52.Os signatários desta DECLARAÇÃO seguimos lutando para manter o PT como polo da disputa nacional e, assim, cooperar para que a solução da crise favoreça a imensa maioria do povo brasileiro, matando e enterrando o capitalismo e todas as formas de opressão e exploração.

53.Como bem disse o companheiro Lula, no histórico discurso do 1º.  de Maio de 2020, “o capitalismo está com os dias contados”, e está “nas mãos dos trabalhadores” a tarefa de construir um novo mundo, em que “ninguém explore o trabalho de ninguém, um mundo em que se respeitem as diferenças entre um e outro, um mundo em que todos, absolutamente todos, disponham de ferramentas para se emancipar de qualquer tipo de dominação ou de controle“.

54.Concluímos a elaboração deste texto no mesmo momento (02/06/2020) em que as ruas dos Estados Unidos são tomadas por manifestações que, para além do repúdio ao racismo e à violência policial, são protestos contra a injustiça, a opressão e a exploração que caracterizam o capitalismo. Aqui no Brasil, ao mesmo tempo em que Bolsonaro desfila a cavalo e manifestantes reproduzem rituais da Ku Klux Klan, as ruas voltam a ser ocupadas por manifestações populares em defesa da democracia. O futuro dependerá de batalhas que serão travadas nos próximos dias, semanas e meses. Só a luta deterá a catástrofe.

Viva o socialismo, viva a classe trabalhadora, viva o PT!!!

 

ASSINAM

Adriano Diogo, ex-deputado estadual PT/SP

Ana Affonso vereadora e vice presidenta do PT/RS

Afonso Florence, deputado federal PT/BA

Aluízio Palmar, jornalista e presidente do Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu/PR

Ana Rita Esgario, militante PT

Arlindo Chinaglia, deputado federal PT/SP

Beto Aguiar Dirigente Nacional do MNLM

Breno Altman, suplente do DN do PT

Carlos Neder, médico e sanitarista

Célio Moura, advogado popular e deputado federal PT/TO

Celso Marcondes, jornalista

Claudio Vereza, ex-deputado estadual ES

Damarci Olivi, jornalista

Daniela Mattos, advogada

Djalma Bom, metalúrgico aposentado

Eleonora Menicucci, ex-ministra S.P. Mulheres (governo Dilma)

Eliane Bandeira e Silva, Presidente da CUT/RN

Herval Pina Ribeiro, médico Saúde do Trabalhador

Iriny Lopes, ex-ministra S.P.Mulheres (governo Dilma)

Ismael Cesar, direção executiva da CUT

Jandyra Uehara, direção executiva da CUT

José Genoíno, ex-presidente nacional do PT

José Luís del Roio, militante internacionalista

Júlio Quadros, diretório nacional do PT

Laura Tavares, professora aposentada da UFRJ

Luizianne Lins, jornalista e deputada federal PT/CE

Margarida Salomão, deputada federal PT/MG

Maria Carlotto, professora da UFABC

Max Swell Veras Ribeiro, presidente do IBDC

Misiara Oliveira, executiva nacional do PT

Múcio Magalhães, GTE nacional

Nair Benedicto,  fotógrafa  e Fotógrafos pela Democracia.

Natália Bonavides, deputada federal PT/RN

Natalia Sena, executiva nacional do PT

Patrick Araújo, diretório nacional do PT

Paulo Pimenta, presidente do PT/RS e deputado federal PT/RS

Pedro Serrano , advogado e professor da PUC/SP

Ricardo Ferro Silva, membro do Diretório Nacional do PT

Roberto Tykanori Kinoshita, médico e professor Unifesp

Rogério Correia, deputado federal PT/ MG

Rui Falcão, executiva nacional do PT e deputado federal PT/SP

Tiago Soares, diretório nacional do PT

Valdeci Oliveira, deputado estadual PT/RS

Valter Pomar, diretório nacional do PT

Wadih Damous, advogado e ex-deputado federal PT/RJ

Wladimir Pomar, jornalista

Adaclides Neli Martins Leite, MNLM

Adalberto Escheano Segurança Pública

Ademir Bussolo, trabalhador da cultura e estudante de direito

Aderson Ribeiro Cavalcanti, militante PT -Pe

Adilson Nascimento dos Santos, direção Condsef

Adrian Oliveira Da Silva, comitê lula livre/projeto apaixonados por vidas

Adriana Ancona de Faria professora PUC/SP

Adriana Ancona de Faria, professora PUC/SP

Adriana Di Mambro, educadora

Adriano Pires, secretário de Comunicação do PT São Leopoldo/RS

Afonso Celso Teixeira, vice-presidente do Sinpro-Rio

Ailton Cotrim Prates / DAP DOCENTES SSA -UFAL ARAPIRACA

Airton Felix Silva Souza, Militante do PT

Alberto A. Rodrigues (Taguá) – PT Cruzeiro – DF.

Alberto A. Rodrigues (Taguá) – PT Cruzeiro – DF.

Alberto Miranda da Silva

Alberto Suassuna, Zootecnista

Aldenir Francelino de Mpura

Alessandra Barbosa, militante PT PE

Alessandra Muraro Novais, militante do PT

Alex Fabian – Servidor Público

Alex Fabian – Servidor Público

Alexandre Abreu Borges Funcionario Publico Estadual, Porteiro, Estudante de Direito em Teresina Piaui

Alexandre Bulhões Servidor Público Estadual PERNAMBUCO

Alexandre Correia, Servidor Público

Alexandre Silva de Oliveira – MTST

AlfreDINA Nery- professora

ALFREDO Machado Gomes de Matos Engenheiro

Alice de Miranda Coelho  Professora

Alice de Miranda Coelho, professora

Alice Garcez, DM Jacareí SP

Alisson Henrique Furigo de Oliveira, estudante e militante do PT

Almir Barbio – Executiva Municipal PT São Gonçalo/RJ

Álvaro Junior, PSOL nucleo Bangu

Alython Chung – Nutricionista e militante do PT-RJ

Amancio Francisco Neto

Amanda Januzzi Landy – Secretária Municipal da Juventude do PT de Viçosa/MG

Amanda Pomar, animadora gráfica

Amauri fonseca

Amélia Maria Silva Nóbrega, psicopedagoga, ativista pela Arte, Educação e Cidadania PB

Ana Affonso vereadora e vice presidenta do PT/RS

Ana Castro – professora USP

Ana Cláudia Salomão, jornalista

Ana Claudia Tavares, Militante do MST.

Ana Cristina de S. Machado – Ditetório do PT do Núcleo Bandeirante – DF

Ana Denadai, psicóloga

Ana Esmeralda Carriço de Castro/Professora

Ana Freire militante da AE PE

Ana Lídia O. Aguiar, Professora e Militante do PT

Ana Maria Leitão Vieira militante do PT

Ana Maria Oliveira Campos, DM PT Hortolandia SP

ANATOLIO TEIXEIRA, MOVIMENTOS de MORADIA

Anderson Barbosa, Presidente do PT de Pesqueira/PE e Membro da Secretaria de Combate ao Racismo do PT/PE

André Pereira, Professor

André Ricardo de Souza – professor de sociologia da UFSCar

André Souza, militante PT Olinda

Andrea Batista, Professora do Recife/CUT-PE

Angela Lacorte

Angela Victória Soares Melo Dantas Lacerda, acadêmica de Direito

Anieide Fontes dos Santos, AE Sergipe

Anilton Gonçalves de Oliveira, Vereador do PT de Alegrete-RS

Antonia Ivoneide scripiliti, técnica  em enfermagem

Antoniela Borges, Bolsista

Antonio Campos De Souza

Antonio Conrado da Silva Junior, Servidor Público Estadual/MS

Antonio costa Sindmetal PE

Antônio da Nóbrega Santos, militante petista. Movimento Popular de Saúde.

ANTONIO FARIAS DA SILVA – APOSENTADO

Antônio Fernando Silva Souza professor da rede pública do ES

Antonio Marcos Constantini, militante PT/Ouro Fino NG

Antônio Pascasio Círico,  aposentado

Antonio Pessôa – Militante PT Recife-PE

Antonio rodrigues da silva -Aposentado -PE

Antonio Salgado Ribeiro, Microempresário

Aparecida Fernandes, professora do IFRN, Coord. Nac. Mov. Fé e Política

Ari Silva Umbelino – Professor aposentado SEE/DF, militante de esquerda.

Ariana C Rumstain – servidora pública, militante e membro da executiva do PT/SBC

Ariana C. Rumstain, servidora pública e da executiva do PT/SBC

Ariana de Cássia Rumstain, executiva municipal PT/SBC

Ariely de Castro Silva- Assistente Social e Militante do PT-RS

Ariovaldo Alves – militante petista

Arlindo Almeida  Jornalista / Palmas TO

Arlindo Silvério Almeida – Jornalista- Palmas TO

Arlindo Silvério de Ameida – Jornalista

Arline Arcuri química

Armando Pascoal

Ary Olinisky, militante PT/SP

Aylton Silva Affonso, Executiva do PT Santo André

Bárbara Jardim – bibliotecária aposentada e militante petista

Barbara Ramacciotti, professora universitária, filósofa e cientista política

Bartolina Ramalho Catanante Professora GEPPEHER/UEMS Grupo TEZ Trabalho Estudos Zumbi

Beatriz Cintra Labaki DZ BT, SP, mulher antifascista

Beatriz Fuganti- Militante PT

Benalva dos Santos Lima, sindicalista e militante progressista

Benedito Wilson Mesquita

Benizario Correia de Souza Júnior, professor

Benizario Correia de Souza Júnior, professor

Bianca Patricio, juventude do PT

Brígida Seabra – PT, Pedagoga e Educadora Popular

Bruna Alves Escritora

Bruno Costa – Militante do PT/DF

Bruno Martinotto, Juventude do PT.

Bruno Seto, militante PT

Caio Barbato Maroso – Professor e Arquiteto

Carla Sanfelici, Historiadora, Coordenadora núcleo PT de Paris

Carlos A. Ferreira Martins, Diretório Municipal de São Carlos- SP

Carlos Barbosa- microempresário aposentado

Carlos Cortez Romero  Militante PT Rio de Janeiro

Carlos Costa – Engenheiro

Carmem Lúcia Costa  professora critica  aposentada

Carmen Lúcia de Carvalho Ramos, Bibliotecária/Documentalista

Carmen Regina Dias – militante – PT Cascavel PR

Caroline Heidner, Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e região

Caroline Monteiro, diretório municipal PT-PF/AM

Caso queira assinar, vá em:

Cátia Raquel de Oliveira Bizarro- professora da Rede Municipal do Rio, militante do SEPE e integrante da 7* zonal do PT /Jacarepaguá

Cátia Raquel de Oliveira Bizarro- professora da Rede Municipal do Rio, militante do SEPE e integrante da 7* zonal do PT /Jacarepaguá

Celina Aquino – Assistente Social (saúde)

Cezar Valmor De Oliveira Barrios publicitário / radialista

Cibele Vrcibradic filiada ao PT da 1ª Zonal RJ

Cicelita Lucas Militante PT Recife PE

Cícero Magalhães ,Presidente do PT de Teresina -PI

Cinthia Quadrado, jornalista

Claudemir Santiago Soares

Claudete Sattler Scherer professora petista.

Cláudia Bastos Coelho, arquiteta

Claudia Corbisier- psicanalista e intérprete de francês e inglês

Cláudia Regina Vieira Lima- Coordenadora do Núcleo do PT no Congresso Nacional

Cláudia Semirames Silva Guimarães Gestora Ambiental

Claudio Cunha – Agrônomo – Agricultura Familiar

Claudio Grassi – PT Salgueiro-PE

Claudio Loredo, servidor público

Claudio Nascimento.educador popular

Cláudio Ribeiro Lopes – Professor

Claudio Vereza – ex deputado estadual ES

Cleo Ibelli Coelho Netto

Cleonil Andrade da Silva comerciante e PT

Cloves de Castro+ Distorio municipal PT- SP

Cosette Aragon – 2a Zonal PT/Frente Brasil Popular Tijuca

Cristhiane Cirdeiro, jornalista e militante do PT

Cristhiane Cirdeiro, jornalista e militante do PT

Cristian Chiabotto, militante do PT RS

Cristiane Fraga, militante PT/RJ e advogada

Cristina Souto Maior Monção Soares, militante PT Guará/DF

Cristina Westphal, Nucleo do PT em Londres.

Cristine Gonzaga – Professora

Dalgiza Rufino Marques professora e militante.

DAMÁRIS PEREIRA DA SILVA PROFESSORA APOSENTADA E MILITANTE.

Daniel Araújo Valença, Vice-presidente do PT/RN

Daniel Barbosa Lima sindicato trab const TO

Daniel Campos Nunes da Silva – Diretor do SEPE/SINPRO – NF

Daniel Damiani – Coordenador Setorial de Educação do PT/RS

Danilo Tarpani – suplente do DM de Santos do PT

Darwin Ferraretto, func. público petista antifascista

Dauri Correia da Silva – Professor(Cariacica-ES)

David Almeida Schmidt – Engenheiro da Petrobras aposentado.

David Soares de Souza, Sociólogo

Debora Suassuna – professora

Demilson lima (Joni) / Sindical

Dennis Fernandes da Costa – integrante da AE – SBC professor de Geografia da rede pública de ensino

Devanir Sebastião dos Santos

Dinária José Lins da Silva, Professora aposentada

Diogo Correia, filiado no PT, estudante universitário.

Diogo Simões – professor UFPE

Dirce M. Conrado Veiga, enfermeira e do Comitê Italiano Lula Livre

Donizeti Redondo Sanches, professor de sociologia, militante do Coletivo Democracia e Luta e filiado ao PT

Douglas Alberto Morais, membro do DM-SBC

Douglas Henrique da Silva

Edélcio Vigna – professor

Edilson P. do Nascimento, aposentado e Cons. SAÚDE

Edilson Pereira do Nascimento, cons. saúde

Edinan Martins Costa, agricultor

Edjakson Lima -autonomo

Edmilson França, Economista e Consultor de Empresas

Edmundo Picasso Prado, Aposentado e Militante da esquerda.

Edu Gularte, desenvolvedor de sistemas e militante PT/CE

Edu Gularte, desenvolvedor de sistemas e militante PT/CE

Eduardo de Macedo Cunha, Comissão pastoral da terra e estudante de Direito.

Eduardo F. Moreira, militante PT advogado

Elenira Vilela, direção PT Florianópolis/SC

Eliana Barros,  Aposentada

Eliana Melitello, aposentada

Elias Pires Cordeiro, oficial de justiça filiado ao PT de Ciritiba.

Eliete Alves Chagas – Professora – base do Sinpro Df

Elisa Guarana, professora

Elisabete Lopes Cardoso professora

Eliza Dias Möller, pesquisadora menstranda do ppg de Artes, Cultura e Linguagens da UFJF

Eloina Barretto e Silva, SEDINe SINDEMA

Elvis Fernando – Estudante UFABC e JPT

Elzi da Silva Ferraz Professora e militante do PT -SBC

Elzinar Cabral Ferreira, Direitos humanos

EMERSON ALVES FROTA-ADVOGADO-BSB

Emílio Font, arquiteto

Emmanuel Andrade, Professor

Érica Caminha, Núcleo PT Alemanha

Erica Vicente, atividade militante, mãe e educadora

Érico Alencastro

Erika Mazon, Jornalista

Estela Maria Escorcio dos Santos filiada ao PT

Estela Maris Simões, Ibelli Braga

Ester Mística Cirico, universitária

Ester Neves Ladislau, escritora

Eugênio Almeida, Presidente da 2ª Zonal do PT Rio – RJ

Euler Costa Professor

Fabiana Pacheco Araújo, Vice-presidente do sindicato dos professores

Fabiane Pasa, Professora

Fabio de frança

Fabio Venturini, professor da Unifesp

Fabíola Lemos, Comissão Executiva do PT de Teresina-PI.

Fátima Lima, Coordenadora do Setorial de Educação do PT RJ – Membro do DM do RJ – Sec Formação 7a Zonal Rio de Janeiro

Fátima Maria Pereira – Professora

Felipe Cané, professor e cientista.

Fernanda Camacho, Arquiteta

Fernanda Martins de Andrade artista

Fernanda Pitta, historiadora da arte

Fernanda Silva Filiada ao PT Professora

Fernando “Feijão”, presidente do Sindicato dos Rodoviários do Piauí  (SINTETRO)

Fernando Bandeira Aposentado e PT

Fernando Marins Professor

Fernando Tolentino, diretório zonal do PT do Cruzeiro (DF)

Flávia Siassuna, escritora e professora de literatura

Flavio Magalhaes Professor

Floro Mauel – PDT/PI

Francilene Amaral do Nascimento Sousa

Francisca Rousselot – Professora, França

Francisco Carvalho Conselheiro Tutelar

Francisco Jefferson Estudante e Coord. Juventude da AE/PI

Francisco S Véras Galvão Jr, geógrafo, PT Acari/RN

Gabriela Lima – Ótico – Núcleo PT Bolonha (Itália)

Genivaldo Bezerra. professor

Geraldo Lustosa Sampaio, aposentado

Geraldo majela da Silva- Professor de escola pública de São Paulo/SP, militante querendo filiar-se ao PT

Geraldo Vitor – Militante e Assessor Parlamentar.

Geria Maria Montanar Franco  – Prof. Univ Aposentada.  Militante do PT

Geria Maria Montanar Franco  – Prof. Univ Aposentada.  Militante do PT

Gil Acauã

Gilberto Milhomem-Agricultor

Gilmar de Almeida, advogado, professor

Gilson de Góz  executiva da CUT-PE

Gilson Nogueira dos Santos, professor

Gino Genaro, diretório municipal PT/São José dos Campos

Giordano Cícero, músico

Giordano Cornélio – Policial Militar

Gislan Vitalino Ferreira, Jornalista, PT – Guarapari, ES

Giuditta Ribeiro Filiada ao PT – Núcleo Bologna (Italia)

Gleide marinho  Tocantins  consultora contábil

Guida Calixto – servidora municipal em Campinas

Guilherme Barbosa – Engenheiro Civil

Guillermo Alberto Denaro, cooperpesca

Haidi Jarschel – professora, ativista feminista, Campinas SP

Hamilton Azevedo, músico

Heba Ayyad  ,Militante do PT ,partido dos trabalhadores, ativista Palestina, escritora Palestina nos jornais da Palestina

Helena Brasileiro

Hélio Abreu, estudannte de Educação Física da UFPI e militante do PT.

Hilton Faria da Silva, secretário de formação PT/TO

Homero M. Gomes, graduando de geografia -UFSC

https://bit.ly/soalutaimpediraacatastrofe

Humberto J. Fonseca. Historiador. Ativista PT.

Humberto José Fonseca. Professor da UESB. Militante do PT.

Humberto Oliveira dos Santos. Mov. Pop. de Saúde Capela do Socorro

Humberto Virgílio – dentista

Iara Alves de Camargo médica Setorial Estadual PT SP

Ibero Hipólito – Direção Estadual PT RN

Igor Fuser, professor da UFABC

Illen Rodrigues da Silva>> Militante PT, Cabo de Sto Agostinho-PE

Indyra Giácomo Monteiro, Secretária de Organização do PT Viçosa/MG

Inês Santos, socióloga, São Paulo/SP

Isa Moraes-Dentista- PT-DF

Isabella Amaral – Dentista e militante petista

Isabella Amaral, dentista e militante petista

Italo Cardoso. Ex Dep.Estadual/EX Vereador PT/SP

Itamar Aguiar, professor do Departamento de Sociologia e Ciencia Politica – UFSC.

Ivan Alex Lima, Ex-Dirigente Nacional do PT

Ivan Alex Lima, ex-dirigente nacional do PT

Ivone Guedes Lobo – dona de casa

Ivonete Alves da Cruz Almeida – Dirigente da Cut Nacional

Ivonete Maria da Silva Professora e militante do PT

Izel Pinheiro – Fundador do PT de Alegrete – RS

Jairo Galvão de Araujo – Geógrafo

Jamesson José Benvenuto Lima-Ativista e Músico-PT

Janete Barros Nunes, Servidora Publica Diadema

Janine Azevedo, dentista

Jarciane Bandeira Estudante

Jefferson Guedes, Diretorio Estadual PT-PE

Jessica Ailanda Dias da Silva – ABJD

Jô Portilho, bancária aposentada e militante petista

João Afonso Nunes da Cunha agricultor e Radialista Oeiras PI

João Afonso Nunes da Cunha Agricultur Oeiras PI

João Afonso Nunes da Cunha, Agricultor e Radialista ex-Presidente do PT de Oeiras PI

João Antonio Buhrer de Almeida, militante do PT

João Bosco – Sociólogo, aposentado

João Carlos Nunes Isidoro, militante do PT-SBC

João Couto militante do PT

João de Deus Castro, servidor público do MPU/MA

João dos Santos Gomes Filho – Advogado

Joao Faria – Taxista

João Francisco CORREIA dos PASSOS, aposentado

João Gomes dos Santos, Membro do DM do PT de Cabo Frio, Laboratorista Química Industrial, aposentado.

João Luís Lemos, diretório estadual do PT SP

João Moraes arquiteto professor

João Otávio Carmona Paz, defensor público/RS

Joaqyina Fereira dos Santos

Joceilson Costa – Juventude do PT

Joceilson Costa, Juventude do PT

Joceli Veadrigo Presidenta do PT Caxias do Sul

Jorge Braga, petroleiro

Jorge Moraes Penha, Executiva Estadual do PT AP

Jorge Roque advogado, presidente do PT Ribeirão Preto

JORGEVAL DE ALMEIDA SANTOS – PROFESSOR

José Antonio de Castro DM PT Guaratinguetá

José Antônio Moreira, economista

José Carlos Garcia bancário aposentado

José Carlos Neves de Andrade, economista

José Carlos Neves de Andrade, economista

José Daniel Giannella – Engenheiro

José Eduardo de Araujo Pereira,  massagista e  militante do PT de Guaratinguetá

José Flamínio de Oliveira Filho – Advogado

José Gilberto Cukierman Coletivo Escuta Liberta

José Gilberto Cukierman, Coletivo Escuta Liberta

José Gilberto Cukierman, Coletivo Escuta Liberta

José Humberto Silva dos Santos – PT MACEIÓ/AL

José Lourenço Pechtoll – Jornalista

José Luiz Arlindo , militante

José Mario Balan, Professor Universitário

José Policarpo Junior – professor universitário

José Raimundo Oliveira (Raimundinho) militante do PT DF.

José Renato Santos Dirigente Municipal PT

Jose Roberto Azevedo da Silva  Bancário

José Valdimir Araújo Filho – professor

Joselita Santos  ACS mov.def.mata Uchôa

Josenilson de Oliveira, Centro de Estudos Karl Marx, Estância/SE

JoséVaz Parente josevazparente@gmail.com

Josiane Ruiz Ribas, Socióloga e Ativista Feminista.

Josias José da Silva – Partido dos Trabalhadores / Arcoverde – PE

Josineide de Meneses Silva,  Antropóloga

Josivan Nascimento, vendedor

Julia Moreno Lara – Geógrafa

Juliana Noronha, advogada

Julie Telhada profissional

Júlio Aguiar de Oliveira – Professor/Militante do Alvorada-BH

Julio Cezar Soares  PT de Curitiba

Karen Aparecida Silveira, executiva do PT Ribeirão Pires

Karime Marques DM e executiva Três Lagoas-MS

Karla Magalhães – Professora

Katiane da Silva Cavalcanti – professora de delegada municipal do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco.

Katiane da Silva Cavalcanti – professora de delegada municipal do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco.

Kéllaba Veras- DE PT Tocantins

Kleber Araújo- ativista cultural

Laís Ribeira, professora

Landim Neto, editor do blog Dever de Classe

Laura Barrio – Comunicação Instituto Lula

Leandro de Brito, Publicitário.

Leandro Eliel – militante PT Campinas

Leila Angelica Oliveira Moraes de Andrade, direção da CUT/SE

Leila Aparecida Pisani Rocha – Advogada

Lene Guidão,  núcleo de base do congresso Nacional Marisa Letícia

Leomar menezes duarte

Leonor Salome Munoz Fernandez – Professora da Rede Pública Estadual de São Paulo e militante PT – SP/ Capital.

Letícia Coelho Gomes – Arte Educadora e Militante do PT – Porto Alegre / RS

Liane Marisa Fockink  – Pediatra aposentada

Licio Lobo, DM PT Diadema

Lídia Polillo Moreira Dirigente do DM do PT de Caraguatatuba

Ligia Pires de Oliveira – Frente Brasil Popular

Lincoln Silva dos Santos  Professor

Lincoln Silva dos Santos, professor

Lisy Leuba Salum, professora

Louise Azevedo, executiva municipal do PT Campinas

Lucas Arieh Bezerra Medina – Advogado e Militante do PT/RN

Lucas Rafael Chianello, advogado, jornalista, filiado ao PT de Poços de Caldas/MG.

Lucas Reinehr, Diretor de Assistência Estudantil da UNE

Lucas W. F. dos Santos Bullio – executiva municipal do PT Natal/RN

Lúcia M.f.Bernardi diretório PT São Mateus do Sul/PR

Lucia Perez – Psicanalista e Professora da UNIRIO

Luciana Barbosa, militante do PT de Guaratinguetá

Luciano Neder, médico e professor.

Lucicléa Alcantara dos Santos – Funcionária Pública Aposentada e militante do Coletivo Rosas Por Lula

Lucicléa Alcantara dos Santos – Funcionária Pública Aposentada e militante do Coletivo Rosas Por Lula

Luciene Malta – Coletivo Secretaria Cultura PT PE

Luciene Silva advogada, PTMS

Luís Eduardo Barros Galvão – Jornalista

Luís Fernando Sales – Poeta e Militante

Luis Pe Leve, Advogado

Luiz Alberto Benevides, mestrando em estudos de cultura, Núcleo PT Lisboa

Luiz Alberto Benevides, mestrando em estudos de cultura, Núcleo PT Lisboa

Luiz Antonio Pereira, filiado ao P T em 1980, DM de Itanhaém/SP

Luiz Bittencourt, professor e militante PT/Contagem MG

Luiz Bittencourt, Professor, PT/Contagem-MG

Luiz Brasileiro, advogado e sociólogo, filiado ao PT desde 1980.

Luiz Eduardo Boneti Barbosa- Militante do PT

Luiz Henrique Dalcanton, estudante de Direito e militante do PT

Luiz Octávio Vieira , aposentado da Eletrobras, filiado ao PT – Petropolis

Luiz Sérgio Canário – Executiva DZ Pinheiros – SP

Luiz Soares da Cruz – Secretário Geral AMA-A ABC

Luiza Maria Almeida – bancária

Luzanildo Frazão de Araújo, Policial Civil Piauí, antifascista

Luzanildo Frazão de Araújo, Policial Civil Piauí, antifascista

Madalena Marinho Ecosol e coletivo de mulheres Tocantins

Maíce Figueira professora aposentada

Mairo Piovesan – Coordenação da Regional Palmeira do PT/RS

Manoela Goldoni – Coletivo Popular LULA LIVRE Jundiaí

Mara Neide Ferreira Linhares Hora  sindicalista Professora

Mara Ribeiro. Pedagoga. Militante do PT

Marcelo Dino Fraccaro – Militante do PT

Marcelo dos Anjos Mascarenha – Diretório Estadual do PT-Piauí

Marcelo Mania – Engenheiro

Marcelo Pereira – Diretorio Zonal PT Saúde – SP

Márcia Moura – filiada PT Recife

Márcia Valle Freitas – psicóloga

Marco Porto, médico.

Marco Tulio diretor do Sinpro Rj

Marcos Aurélio da Silva – Prof. da UFSC.

Marcos Aurélio da Silva – Professor da UFSC

Marcos Aurélio da Silva, professor da UFSC.

Marcos Jakoby,  militante do PT

Marcos Landa – Membro do Diretório do PT de Nova Lima – Minas Geradis

Marcos Manoel dos Santos, Educador, PT – São Paulo

Marcos Morello Poeta e Ativista PT DF

Marcos Pinar ( Marcão)  Executiva PT Florianópolis

Marcos Sá Earp Muniz(Engo) Filiado ao PT

Maria Alice Rosa – Jornalista

Maria Angelica Garcia  Perita e auditora

Maria Aparecida Pedro, advogada

Maria Aparecida Pereira Araujo, professora, APP-Sindicato.

Maria Aparecida Trazzi Vernucci da Silva. PT de São José do Rio Preto SP. Militante do coletivo feminista Lugar de mulher é onde ela quiser e do MST

Maria Betânia Moreira de Araújo coletivo mulheres A

Maria Celeste Bandeira de Melo Rodrigues  Comitê Lula Livre Recife PE

Maria Clara Ferreira Leite professora

Maria da Graça Oliveira médica Pe

Maria da Paz Gomes Henrique

Maria da Penha Silva Diretório Municipal PT de Porto Nacional/TO

Maria de Fátima Cirico, camareira

Maria de Fatima Fernandes, aposentada do Banco do Brasil

Maria do Carmo Raposo Enfermeira

Maria do Carmo Ribeiro dos Santos,  Luta pela Moradia Popular

Maria do Socorro Patrício, militante petista

Maria Emília  Moreira   , militante dá AE PT Recife

María Emília Moreira . Militante do PT AE Recife /pe

Maria Helena Castro – PT SJCampos

Maria Helena de Oliveira Correia, aposentada

Maria izabelda Silva Santos  profesora /sindicalista

Maria José Castro d’Almeida Lins – Núcleo de Base da Saúde do PT Maceió/AL

Maria José De Andrade, aposentada PMSP, militante do PT

Maria Lúcia Morais Santana- PT/AE- Aracaju/SE

Maria Lúcia Morais Santana, PT Aracaju/SE

Maria Luiza Cordeiro Calcagno – professora petista

Maria Luiza Franco Busse – Jornalista

Maria Luiza Oliveira da Silva Telles – PT/Paraty

Maria Madalena Nunes da Silva  sindicalista

Maria Margarida Pinto Coelho – professora aposentada

Maria Martins Professora/Militante do PT

Maria Olimpia J.Mancini Netto – Militante

Maria Regina Ruiz – Analista de Sistemas

Maria Rita Garcia de Andrade – socióloga

Maria Silva  novo. Pop.moradia

Maria Sueli Peres –  militante PT, em Bruxelas

Maria Suely Simonasse F. Adm. Empresa

Maria Teresa Augusti- Consultoa em Políticas Públicas

Maria Tereza dos Santos Affonso Hungerbühler-professora aposentada

Mariana Marques Sebastiany, assistente social e militante petista

Marilena Ramos Pontes, Executiva PT Urucará/AM

Marília Viana Guarda Municipal

Marilice Claro da Silva, professora

Marina Franco Barbosa – Supervisor de Ensino aposentada SEESP. Consultora. Filiada ao PT

Marinete Cassimiro Tecnica de Enfermagem

Mário Cândido de Oliveira – filiado – militante PT-PR

Mário Cândido de Oliveira – filiado – militante PT-PR

Mário Cândido de Oliveira – filiado – militante PT-PR

Mário Cândido de Oliveira – filiado – militante PT-PR

Mário Cândido de Oliveira, militante PT/PR

Mario de paula engenheiro aposentado

Mario Takeya, professor aposentado

Mario Takeya, professor aposentado

Marisilda Silva, jornalista

Maristela Monteiro Pereira -Advogada militante em Direitos Humanos

Mariza Garcia Borges PT DF

Marlon de Souza jornalista DM PT Joinville

Marta Pitombo – Secretária Editorial Aposentadaa

Marta Pozzani, enfermeira e professora

Marta Rejane Serini, Professora Aposentada, PT de Campo Bom/ RS

Marta Sousa, engenheira Roma – Italia

Martha Locatelli empresária filiada

Mateus José da Silva Santos, militante do PT/BA

Mateus Lazzaretti, militante do PT

Matheus Araújo Nobre – PT-AL

Matheus D. Assis, Estudante

Matheus Firmino, Sociólogo

Matheus Henrique de Santana Amorim- membro do PT e AE Paudalho

Matsuel Martins da Silva, militante petista

Maurício Fornasiari Rivero historiador

Maurílio Araújo, Historiador

Maurílio Araújo, Historiador

Maurílio de Oliveira diretório Municipal de São josé dos campos

MAURO Antonio Pires Dias da Silva-  Enfermeiro

Maviael Arcanjo, metroviário do Cabo de Santo Agostinho – PE

Maviael Arcanjo, metroviário do Cabo de Santo Agostinho – PE

Messias Muniz Nassau, Centro Acadêmico de Educação no Campo/UFPI.

Michael Morgantti – Servidor público

Michel Chaui do Vale, arquiteto e urbanista

Michele Conrado Veiga Scalera estudante

Miguel Breyton, militante do PT

Milena Fernandes- Militante/SP

Miriam Madureira, professora universitária

Miriam Pires Aposentada

Modesto Lopes de Barros

Moneda Oliveira Ribeiro, docente aposentada da USP

Monica Rabelo 1° Zonal do PT RJ

Monique Mansur artista plástica

Moraes Filho De Sebastião – Núcleo Chico Mendes PT Rio

Mozart de Castro Soares – engenheiro civil antifascista

Mozart morais filho , arquiteto

Munish, ator e diretor teatro, Coletivo Alvorada BH

Nadir Dourado – Mulher ANTIFASCISTA

Nágila Melo, Executiva PT Piauí/ Coordenadora da ASPVIDA

Nayara Oliveira, Setorial Estadual e Nacional de Saúde do PT

Neli Belem – Socióloga, professora, presidenta 7a. Zonal PT/Jacarepaguá

Nilce Aravecchia, arquiteta, professora FAU USP

Nilza Costa – musicista – Filiada ao PT – Núcleo  Bolonha ( Itália)i

Nina Magalhães, produtora cultural

Noemi Antonio Maria – Professora

Noemia Rodrigues Sant’Ana professora

Nonato Guimarães, técnico planejamento, aposentado

Olga Kalil Figueiredo, Coletivo Paulo Freire na defesa da educação pública de qualidade e do legado Paulo Freire.

Oscar Lopes soares  presidente zonal 158 ptpoa

OSIRIS BARBOZA – ADMINISTRADOR

Otacilio Pires de Freitas Sobrinho, poeta  e Engenheiro Eletricista

Paloma Emmanuelle dirigente sindical

Patrícia do Prado, docente UFCAT

Patricia Maria Rosa de Souza, Coordenadora do Comitê Lula Livre Justiça e Luta/Recife-PE

Patrícia Zampronha Moraes, funcionária pública GDF

Paula Drumond Meniconi, militante PT BH/MG

Paulo Camargo.  Professor Universitário

Paulo de Tarso Azevedo

Paulo Henrique Medeiros – Militante PT

Paulo Henrique Rosa, Assibge/SC

Paulo Roberto Alves dos Santos – Professor – Ilhéus/BA

Paulo Roberto Leite

Paulo Silva e Souza  militante do PT  Mogi das Cruzes

Pedro Feitoza – Fotógrafo

Pedro Guilherme de Andrade – eletricitário aposentado.

Pedro Pomar, jornalista

Penha Pacca, arquiteta

Pepita Prado – Dona de casa

Pere Petit, historiador, professor UFPA

Queren H. B. Rodrigues, economista

Rachel Cezar da Silva

Rachel Moreno, Psicóloga e Feminista

Rafael Tomyama – Ambientalista PT CE

Raimundo Nonato Barbosa Sena, jornalista

Raquel Esteves – Assistente Social / Militante do PT

Raquel Ornellas artista

Raul G. M. Silva – Escritor, Professor, BookTuber e Podcaster

Raul Luedemann – 1º Zonal PR/RJ

Rebeca R. Lang articuladora/ativista do Collectif Alerte France Brésil/MD18 – Paris

Regina Capistrano Rodrigues/filiada ao PT – conselheira Distrital de saúde

Regina Chaves  aposentada

Regina F Ribeiro De Almeida, professora

Regina Lucia Araújo de Matos Militante

Reginaldo Torres Duarte – DE/PT – TO

Reinaldo Damacena.Militante PT Igarassu-PE. Servidor público Municipal

Rejane Maria Tonon

Remígio Todeschini, pesquisador da Universidade de Brasilia

RENATO b.SABADINI

Renecéya de Mello, pedagoga e militante petista;

Rezenildo  nunes  desempregado

Ricardo Aquino / Músico

Ricardo Araújo, Assessor Técnico AP1MC/P1+2

Ricardo Barbosa Alves – Presidente do Partido dos Trabalhadores na 11ª Zonal do Rio de Janeiro

Ricardo Menezes Médico sanitarista

Ricardo Ozimo da Silva, militante do PT

Ricardo Pignatelli Guiráo. Militante do PT e da Apeoesp.

RIcardo Rodrigues Analista de Sistema

Ricardo Santaella Rosa – médico

Richard Faulhaber – colaborador em Educação Popular

Rita Camacho, jornalista

Roberta Ragi – Professora de EJA / Rede Pública de Ensino

Roberto Dantas de Araújo diretor do Sind dos advogados do RJ os Advogados

Roberto M. Bizarro, militante do Núcleo João Marco PT Taquara/RJ

Roberto Nery, Secretaria Executiva da JPTMG

Roberto Wolney da Costa – Administrador

Robinson Ap. Zanutto, Fé e Política do ABC

Robson Almeida

Rodrigo Alcoforado, advogado

Rodrigo Cesar, militante do PT

Rodrigo Henrique Costa Schley, eletricitário e Coordenador da Setorial de Energia e Recursos Minerais do PT/RS

Rogério Alves Henriques, professor

Rogério Atanásio Pires de Lima – oposição sindical metroviarios PE

Rogério Giannini – Psicólogo, militante de DH

Rogério Silva Assessor Parlamentar

Romario Marcolan Presidente PT Cerro Grande RS.

Rômulo Arnaud – Militante do PTRN

Rômulo Callou de Alencar, Funcionário Público

Rômulo Costa, Direção estadual da AE/PE

Ronaldo Hipolito, petroleiro aposentado /campinas/SP

Ronaldo Maia – Advogado e militante do PT

ROSA MARIA DE CASTRO SANTOS,  PT GUARATINGUETÁ/SP

Rosa Marina Neofiti PT-Santos

ROSA SOUZA PT DIADEMA

Rosa Tane, coordenadora da Oficina de Leitura JGR

Rosangela Paulo Monteiro, pedagoga

Roseli de Souza e Silva, aposentada

Roseli Maria da Silva Vieira  presidenta do PT de São  Caetano

Rosi S Pessoa, militante, PT -SP

Rozane Dalsasso – militante PT Porto Alegre/RS

Rubens Alves, DMPT – Dourados (MS)

Rubens Xavier Martins – Dirigente Sindical do Serviço Publico Municipal de Diadema

Rui Barbosa de Alencar – aposentado

Ruy Lombardi Mendes – Zootecnista.

Samuel jose Ivo, eletricista

Sandoval Ferreira Rabelo Presidente do PT de Jaú do Tocantins

Sandra Marcellino Secretária de Mobilização PTJacareí

Sandra Maria Alves – professora militante do PT/PE

Sandra Maria Portal de Almeida, sou militante do Pt.

Sandro Regueira, Artista

Sebastião de Moraes Filho – Núcleo Chico Mendes PT Rio

Segio Terço Dias / Médico SUS

Selma Regina Furio Vieira –  servidora pública

Senira Beledelli, professora militante dos movimentos sociais e PT

Sergio Alves de Sousa sou Ecologo e Professor Universitário além de Ativista dos

Sérgio Cardoso  jornalista

Sérgio Henrique, Centro Acadêmico de Serviço Social da UFPI.

Sergio Honorio Guerisoli de Carvalho – militante PT São Paulo

Sérgio Terço Dias/Médico SUS

Severino Isidoro Fernandes Guedes, sociólogo, educador e gestor público

SEVERINO MARQUES DA SILVA,MILITANTE PT.

Shedd Pegaz – Sindicalista

Sheila Grecco, jornalista, historiadora, empresária, militante petista

Shirley A. Souza, Psicóloga (SUS)

Silvana Aparecida de Castro Santos,  PT GUARATINGUETÁ/SP

Silvanei Borgert, músico.

Silvia Vasques  – Militante Setorial Educação /PT RS , DEAE RS

Simone Maria dos Santos – Militante PT – Recife/PE

Sirlene Amaral, militante petista

Solano Magalhães  Militante PT/AE Recife.PE

Sonia Alves Calió – militante DZ PT Butantã

Sônia Aparecida Fardin, militante PT Campinas

Sonia kruppa FEUSP

Sônia Maria Corrêa Alves – Economista/SP-SP

Sônia Maria Corrêa Alves, economista/SP-SP

Soraya Zanforlin , militante petista

Stellamaris Pinheiro, militante do PT e da Luta Antimanicomial

Sueli Maria Macedo Macedo – Professora

Suzana Mesquita Filiada PT DZ Vila Mariana

Suzana Robortella medica

Sylvia Lúcia de Souza Aposentada

Tadeu Brito – militante PT Aracaju/SE

Tamires Roberta , executiva estadual do PT -Piauí

Tanha Almeida Schmidt. Medica

Tânia Maria Sampaio Sales

Tathiane Barros , Professora

Telma Saraiva, Secretária de Cultura do PT/PA

Telmo Lopes Sodré Filho – Sindical/PT-ES

Teoclito S Carvalho aposentado

Teresinha Pinto educadora

Tereza Jacinta Constantino Cavalcanti, Professora

Thaís Ribeira de Paula, Militante do PT

Thaíssa Teixeira Lira, estudante de Ciências Sociais UFC, Fortaleza-CE

Thalena Soares Melo dos Santos, Fonoaudióloga

Thassio Fontes, executiva do PT Araguaína-TO

Thaúanna Gomes Cavalcante

Thelma Mello – PT DF

Toni Bulhões, Engenheiro Consultor.

Ugo Breyton, militante petista

Valda Cleide ferraz Santos

Valdiclei Silva Prata, militante petista

Valeria Cristiane Figueiredo, advogada e militante do PT

Valmir Miranda, Militante petista

Vanda Helena Monteiro

Vanda Nunes Santana, professora

Varlindo Nascimento, militante do Partido dos Trabalhadores e trabalhador metroviario

Vera Antunes de Freitas diretório municipal PT Alegrete RS

Vera Lúcia Coelho Medeiros- Secretária de Comunicação zonal Guara Brasília DF

Vera Lucia Galvão Dos Santos, educadora social,dirigente di Centro C. Vivendo e Aprendendo,Camaragibe PE.

Vera Lucia Severiano PT São Caetano do Sul

Vera Lucia Severiano PT São Caetano do Sul

Vifran Tellechea Inda (Educador na rede estadual do RS).

Vinicius Moll de Castro Pereira – ser humano

Virginia Paes Professora e Militante do PT/ Juiz de Fora

Vivianne Gitahy de Souza  – Direção 2 zonal do PT RJ

Waldemar Azevedo, militante PT Mogi/SP

Walter Queiroz Jr, Militante do PT/CGR/MS e FBP

Wanda Conti, petroleira aposentada

WILSON CABRAL, Servidor Público Estadual, Aposentado, cargo Oficial de Justiça do Estado do Paraná

Yanaiá Rolemberg, militante do PT/SE

Zaíra Mentor de Araújo, Protetora de Animais

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