Por FEPAL – Federação Árabe Palestina do Brasil

No dia 16 de setembro de 1982, há exatos 37 anos, milícias armadas falangistas que atuavam no Líbano adentraram os campos de refugiados palestinos de Sabra e Chatila e exterminaram – segundo levantamento da Cruz Vermelha – 2.400 pessoas.

Os acampamentos estavam sob ocupação das forças armadas de Israel, que haviam invadido o Líbano e que nada fizeram para impedir a matança. Pelo contrário, relatórios oficiais e depoimentos de sobreviventes apontam que o massacre de civis desarmados foi incentivado pelo governo israelense, especialmente por seu ministro da Defesa à época, Ariel Sharon.

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