Por Daniela Matos (*)

A militância de esquerda teve que lidar com a pandemia e o isolamento social desde março deste ano. Foi uma batalha que será, no segundo semestre, muito mais desafiadora.

Três são as prioridades para os próximos meses: as eleições municipais, o “Fora Bolsonaro, Fora Mourão, Fora este governo e suas políticas, Eleições presidenciais, diretas já” e a campanha “Lula Livre” – Anula STF, pela anulação das penas. O desafio é tomar as ruas com as limitações relativas à necessidade de manter os cuidados relativos à pandemia.

As duas campanhas (pelo fim deste Governo e por Lula Livre) devem ser articuladas com as campanhas municipais, de cada candidata a Prefeita e Prefeito, e também à Câmara de vereadoras e vereadores.

São tarefas imprescindíveis na luta política, e prioridade de toda nossa militância.

Mas, para além dessas atividades, há uma série de agendas e compromissos internos. Alguns, seguem e seguirão esperando que as condições sanitárias propiciem a volta dos encontros presenciais.

Até final de agosto, cada estado onde a Articulação de Esquerda está organizada realizará, com o acompanhamento do dirigente nacional responsável pelo estado, uma Plenária Regional (virtual) com a participação dos dirigentes estaduais.

No que tange à comunicação e propaganda, os jornais Página 13 continuarão sendo publicados mensalmente, apenas na forma virtual.

A próxima revista Esquerda Petista também será divulgada pelas redes, e terá como tema o bicentenário da Independência (1822) e o centenário de 1922, ano marcante nas artes e na política (Semana de Arte Moderna, fundação do PCB, Tenentismo, entre outras efemérides).

Quanto à formação política, deixamos de realizar presencialmente o 1 º Curso Nacional sobre Trabalho de Base. Apesar disso, divulgaremos nas próximas semanas uma proposta para que ele se realize virtualmente, com representação dos estados e

todos os setores onde temos atuação (sindical, juventude, popular, negras e negros, LGBTI, mulheres, pessoas com deficiência, etc).

Cursos no Piauí e em Cuiabá também estão na agenda, e seguem no radar a Plenária Nacional de Saúde da AE, o Seminário de Lutas Urbanas e a Plenária da Educação.

A depender das condições relativas à pandemia do novo coronavírus, será possível, ou não, realizar presencialmente a Conferência Nacional de Mulheres da AE (prevista para ocorrer após as eleições, entre novembro e dezembro, com texto-base divulgado com 3 meses de antecedência); a 20ª Jornada Nacional de Formação Política da AE (em janeiro de 2021); e a Conferência (ou Plenária Nacional) de Combate ao Racismo da AE.

Não se esqueçam de que o “Orientação Militante” está sempre divulgando as informações e definições acerca de todas as ações e agendas!

(*) Daniela Matos é dirigente nacional da AE

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