(Nota da Direção Nacional da tendência petista Articulação de Esquerda)
O Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores, realizado dia 4 de agosto, aclamou Lula como candidato à presidência da República.
O Encontro Nacional do PT delegou à Comissão Executiva Nacional a decisão sobre quem seria a candidatura à vice de Lula.
A decisão foi tomada sob pressão de prazos impostos pelo TSE, que impediram que a escolha fosse feita no prazo que pretendíamos, ou seja, até 15 de agosto.
A CEN debateu a questão no dia 5 de agosto, escolhendo como vice o ex-prefeito Fernando Haddad.
As outras alternativas eram o ex-governador Jaques Wagner, preferido por Lula, que declinou da tarefa; a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, nome que dos considerados por Lula era o preferido pela tendência petista Articulação de Esquerda; e Manuela D’Avila, do PCdoB.
A discussão feita pela CEN do PT  tomou como base uma carta enviada pelo companheiro Lula, em que ele destacou a prioridade da coligação com o PCdoB, elencou suas preferências para vice e reafirmou que será ele o candidato à presidência da República.
A CEN do PT decidiu propor ao PCdoB um acordo segundo o qual este partido indicará, futuramente, o candidato à vice. Até este momento, Fernando Haddad será o vice.
Alguns meios de comunicação interpretam este acordo como um sinal de que o PT não acreditaria que Lula será candidato até o final e que a indicação do vice seria de fato uma adesão ao plano B.
A tendência petista Articulação de Esquerda, alinhada com o que diz a carta enviada pelo presidente Lula, reafirma: o vice é vice de Lula, portanto auxiliar de Lula na luta contra o golpe, pela revogação das medidas golpistas, por um programa de emergência que garanta empregos e políticas sociais, pela convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte e pelo Brasil ser feliz de novo.
Nosso único plano é Lula livre, Lula candidato e Lula presidente!
Direção Nacional da tendência petista Articulação de Esquerda

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