Por Luís Roberto de Paula e Ricardo Verdum (*)

A participação indígena em processos eleitorais, em particular na esfera municipal do poder executivo e legislativo, apesar de antiga, era até recentemente pouco conhecida e divulgada porque carecia de um mapeamento sistemático e consistente, seja em termos quantitativos ou qualitativos. Esta ausência vem sendo preenchida nos últimos quatro anos a partir de um conjunto de mapeamentos produzidos e divulgados tanto por pesquisadores vinculados ao campo acadêmico como por organizações indígenas e indigenistas. Os dados e análises que se seguem são uma tentativa de apresentar de maneira resumida os principais achados quantitativos mapeados até este momento, bem como apontar alguns problemas, desafios e tendências envolvidas neste fenômeno político de enorme importância não só para os povos indígenas, como para os não-indígenas.

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(*) Luís Roberto de Paula, antropólogo, indigenista e atualmente docente nos cursos de Bacharelado em Ciências e Humanidades e Planejamento Territorial da UFABC. É filiado ao Partido dos Trabalhadores desde outubro de 1985 e Ricardo Verdum, antropólogo, pesquisador vinculado ao Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento do Museu Nacional/UFRJ.


(**) Textos assinados não refletem, necessariamente, a opinião da tendência Articulação de Esquerda ou do Página 13.

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