Por Jandyra Uehara (*)

Aos 38 anos, a CUT é o maior e mais importante instrumento sindical da classe trabalhadora brasileira e, para enfrentar os imensos desafios desta quadra histórica, precisa mudar a sua estrutura, organização, métodos de trabalho na base e relação com as classes trabalhadoras, com quem foi jogado para a informalidade, para o desemprego e a miséria.

É preciso fortalecer a luta das mulheres, das LGBTIs. É hora de combate implacável ao racismo, de defesa dos povos indígenas e das pessoas com deficiência, dos direitos humanos no mundo do trabalho. É hora de reconstruir as bases políticas e culturais na perspectiva da luta de classes para construir uma CUT radical, anticapitalista e socialista.

Fora Bolsonaro! Vida longa à CUT! Viva a classe trabalhadora!

(*) Jandyra Uehara é integrante da executiva nacional da CUT

Este post tem um comentário

  1. Cipriano Gil Alcon neto

    Acho que a CUT tem.qie.manter o foco no trabalhador, seja ele.de que.etnia for, de que orientação sexual for de que classe trabalhadora for. Uma nova central que cuide de outras lutas deve ser criada. CUT cuida dos trabalhadores e das suas lutas.

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